quarta-feira, 14 de julho de 2010

A Humanidade

A cada dia que passa surpreendo-me pela total falta de humanidade dos, curiosamente, humanos...
Na antiga união soviética, militares do exército vermelho testavam bombas nucleares no Casaquistão. Nunca avisaram as populações circuntadantes dos periogos da radioactividade e hoje em dia ainda se perpetuam os problemas de saúde dos habitantes das várias aldeias. Muitos morreram de cancro, outros nascem com doenças congénitas ou de saúde mental, o número de orfãos cresce nos orfanatos... esta é uma realidade que começou à 40 anos atrás e anda se perpetua com niveis de aradioactividade 20 vezes superiores ao permitido.
A China continua a sua grande epopeia de destruição maciça do seu, extenso e rico, país. Uma China comunista e perigosamente capitalista, com um desejo exacerbado de enriquecer e de aproveitar todas as fragilidades capitalistas, doa a quem doer. Não me vou debruçar sobre os Direitos Humanos, todos conhecem e sabem os atropelos que existem a este nível, no entanto, ninguem ousa falar sobre isso, nem a comunidade internacional, onde a única intervenção que efectuou onde também referiu os Direitos Humanos doi o Iraque. Além destas atrocidades efectuadas ao ser-humano, continuam outras ao nível ambiental onde o seu consumismo desenfreado procura passar por cima de qualquer obstáculo. Os rios e mares poluídos, florestas destruídas, fábricas sem controlo ambiental e com tudo isto a Fauna e Flora que são património mundial desaparece a olhos vistos mas, enquanto há negócio tudo se justifica...

Estamos reféns da nossa própria criação: o Dinheiro! Com ele conseguimos ir ao intimo horrível do ser-humano, aquele que se deixa corromper e que não tem amor a nada sem ser a sua conta bancária. As pessoas continuam a viver, no entanto, cada vez mais deprimidas, também elas reféns por sentirem-se incompletas, perderam o sentido da vida e apostam no consumismo para preencher o vazio de "não-viver".